Dias turbulentos em que vivemos atualmente, revoltas, protestos, greves. Qual é a “grevidade” da situação? O motivo é, geralmente, o mesmo: reajuste salarial.
Esta semana o perigo iminente é devido à possibilidade dos motoristas e cobradores entrarem em greve. Muitas pessoas dependem do transporte coletivo. Se efetivamente esta greve ocorrer, muitos faltarão em seus serviços ou irão procurar outra forma de chegar, seja de carro, moto, táxi etc.
Em ocorrência disso, o trânsito poderá ficar mais lento, haverá mais liberação de dióxido de carbono – mais conhecido como gás carbônico -, estresses e/ou muita paciência. Enfim, podem ocorrer diversas turbulências – refiro-me aos ônibus.
Se efetivamente isso ocorrer, quando a situação apertar mais, o desfecho será entrar em um acordo e parar a greve será a solução. O problema é quem – qual dos lados – “apertará o botão” para solicitar a parada.
Próximo a Praça Tiradentes, está em andamento – hoje 25/02/10 parece que haverá uma passeata – uma greve dos vigilantes, há rumores que os professores também entrarão em greve.
Depende do ponto de vista, a greve não é tão grave. É bom sempre perguntar: está ruim? Para quem? Lembro que em 2006 houve uma greve dos motoristas e cobradores. Os taxistas lucraram com a greve, mais do que nas férias; um dia chuvoso; antes e depois do carnaval. Garanto que para estes a greve não foi ruim.
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