quinta-feira, 12 de maio de 2011

Rosa, Minha Flor

Sabem aquela expressão: “o que uma mãe não faz por um filho”, eu posso dizer de um caso específico – no caso a minha mãe – Dona Rosa. Desde quando eu era pequena a D. Rosa estava sempre me protegendo, era capaz de entrar na minha frente, caso alguém fosse me machucar – como toda a mãe – ela se machucaria quantas vezes fosse preciso, contanto que não fosse comigo e nem com meus irmãos.
A Dona Rosa vive em função de cuidar de mim e dos meus irmãos – função mãezona mesmo. Aprendo muito com ela e tenho muito que aprender ainda, eu sei que é recíproco, que ela também aprende comigo. Porém, ela nunca precisou de aulas de “como ser mãe” ela simplesmente é e assume muito bem este papel.
Mãe me desculpa quando eu pego no seu pé, uma vez exagerei e a senhora até me chamou de “mamãe”, mas sabe que quero seu bem. E vou continuar vigiando a sua alimentação, a senhora, na sua idade, não pode se descuidar do colesterol, etc.
Mãe, eu tenho muito orgulho da senhora, encho a boca quando falo de ti – muitas vezes literalmente de boca cheia, todos os pratos que a minha mãe prepara ficam deliciosos.
Mãe, eu comecei escrevendo aos leitores, porque a senhora não tem muita habilidade com tecnologia. Pelo menos sabe ligar e desligar o computador (já é um começo), e quando a senhora não conseguiu direcionar o cursor do mouse – haha – desculpa mãe, eu não deveria rir da senhora... Mas foi engraçado (irei fazer uma cópia escrita deste texto de presente para senhora).
Mãe, a senhora sempre fez e faz de tudo para me ver feliz, não tenho palavras para defini-la, afinal a senhora é mãe e esta é uma ótima definição e se encaixa tão bem como um abraço apertado, te amo mamãe.
Mãe, eu te amo muito, desde que me conheço por gente e só palavras não bastam para expressar tudo o que eu sinto por ti. Eu te admiro muito, não só como mãe, mas como mulher também. E é tão bom saber que, em sua barriga, a senhora me amou bem antes que eu tivesse esse conhecimento.
Com carinho, de sua filha que te ama muito.